Pois é. O que faltava um ano, agora já falta menos de 4 dias e eu não sei ainda muito bem o que eu sinto em relação à essa viagem. Na real é uma sensação mista de medo por ir para um lugar onde ninguém me conhece e que eu mal sei falar a língua dele e de felicidade por ser um privilegiado que tem a oportunidade de viver uma experiência, talvez não única, mas com certeza inesquecível.
Mas porque viajar?? Porque ir para a Irlanda pegar um subemprego e viver em condições não tão boas quanto a que temos aqui, na terra do glorioso Sport Club Internacional? Amir Klink tem a resposta para essas perguntas e outras do gênero:
"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
Queremos conhecer o mundo, aprender com as dificuldades, enfrentar e superar desafios que surgirem, tudo isso para que, no final de tudo, olhemos para traz e percebamos o quanto evoluimos não só profissionalmente mas, acima de tudo, pessoalmente.
Mas porque viajar?? Porque ir para a Irlanda pegar um subemprego e viver em condições não tão boas quanto a que temos aqui, na terra do glorioso Sport Club Internacional? Amir Klink tem a resposta para essas perguntas e outras do gênero:
"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
Queremos conhecer o mundo, aprender com as dificuldades, enfrentar e superar desafios que surgirem, tudo isso para que, no final de tudo, olhemos para traz e percebamos o quanto evoluimos não só profissionalmente mas, acima de tudo, pessoalmente.
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